Cozinha Regional Portuguesa, Bacalhau de Qualidade Superior, Queijos e Vinhos Seleccionados, Aguardentes e Licores Especiais
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Horário: das 12h às 23h

Aberto todos os dias, excepto:
  • 24 de Dezembro (encerra ao Jantar)
  • 25 de Dezembro (todo o dia)


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Restaurante Laurentina - Facebook

O PEREIRA DA LAURENTINA



Sr. Pereira Um embaixador do Fundão em Lisboa

A história de um homem que tem o dom de saber abrir restaurantes sempre com os saberes e os sabores da região.

 

Sabia o leitor que em Lisboa há um restaurante que tem vinho, couves, azeite, queijo e fruta do Fundão há mais de vinte e sete anos? O restaurante chama-se Laurentina, e fica situado no 71A da avenida Conde de Valbom. O proprietário desta casa é o António Pereira, de 70 anos, natural de São Jorge da Beira, que desde muito novo tem tido o engenho e a arte de abrir restaurantes, sempre com os saberes e os sabores da região onde nasceu.

 

Neste homem há um grande amor à Cova da Beira. Conta que, desde que regressou a Portugal, não se tem cansado de vir ao Fundão comprar os seus produtos. "Quase todos os meses venho ao Fundão buscar alimentos. Chego à praça e compro os queijos, vou à Adega Cooperativa e levo todas as marcas de vinho do Fundão para vender no meu restaurante. Todos os anos compro o azeite cá no Fundão, porque uma das especialidades que eu sirvo na Laurentina é o bacalhau, e como todos sabemos, o bacalhau é um alimento que quer muito bom azeite e, claro está, um bom vinho tinto. Eu estou muito satisfeito com os produtos da Cova da Beira, porque os meus clientes também estão", observa António Pereira.

António Pereira nasceu em Cebola (agora S. Jorge da Beira), filho de taberneiro, e sem dificuldade se apaixonou pelos prazeres da culinária. Onde quer que estivesse, tinha que haver copos e petiscos.

Explica: "Eu nunca fui empregado da indústria hoteleira, simplesmente aprendi, desde muito novo, no lagar, a fazer a couvada. Tudo o que aprendi foi com o meu pai, as minhas tias e a minha avó. Quando era míudo, íamos para as propriedades e levávamos bacalhaus inteiros que cortávamos. Desde esse tempo que sei escolher e cortar o bacalhau. Eu faço só pratos que sei confeccionar. Tudo o que eu aprendi, foi lá."

O PRIMEIRO NEGÓCIO

Aos vinte anos partiu para Tancos para fazer a tropa, e foi nessa altura que descobriu a sua veia de comerciante. Depois de fazer a recruta ficou como encarregado dos armazéns e, um dia, leva cinco garrafôes de vinho para oferecer aos oficiais. "Eles gostaram do vinho e começaram a comprar-mo."

Depois, comecei a abastecer também Santa Margarida. Mandava vir o vinho para os quarteis e para quem os quisesse comprar. "Iniciou-se aí a minha vida comercial", conta António Pereira.

Ricardo Paulouro in Jornal do Fundão

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